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de575c84-c0d6-4d3c-9080-bbae23286362O momento do parto é um dos mais especiais na vida de uma mulher, porém quando falamos de parto humanizado isso nos remete à uma preparação durante a própria gestação do bebê para que essa experiência que deve ser maravilhosa tanto para mãe quanto para o bebê, não seja traumática.

Parto Humanizado vai muito além do parto natural. É um conjunto de ações de empoderamento das mamães para que elas tenham conhecimento e liberdade para fazerem as escolhas corretas. A mamãe precisa sentir segurança nesse momento tão importante.

É preciso  evitar também a violência obstétrica, caracterizada por agressões físicas, verbais e psicológicas ou por alguma forma de omissão de atendimento.

Para alertar as mulheres sobre os seus direitos e, combater a violência obstétrica, a Câmara Municipal de Bom Jesus da Lapa aprovou, na manhã desta quinta-feira(6),   o Projeto de Lei n˚1.384/2019  que institui no Calendário Oficial de Eventos do Município a Semana de Apoio e Conscientização sobre o Parto Humanizado.

O texto, de autoria da vereador Leonardo Francisco(PTN), propõe que o evento seja realizado anualmente na primeira semana do mês de maio. Com a realização de  ações educativas, palestras e audiências públicas, a afim de que a sociedade em geral, e as mulheres em particular, possam conhecer melhor a questão e debata sobre as políticas públicas e privadas voltadas ao tema.

Justificando a proposta, o vereador destacou que embora a expressão “parto humanizado” tenha se popularizado, parcelas importantes da sociedade, em especial de mulheres, desconhecem seu significado. “A diferença fundamental está no respeito ao desejo da mulher e do bebê”, disse.

Ele lembrou, que pesquisas mostram que, mesmo quando se trata de parto normal, muitos procedimentos adotados são desnecessários e até prejudiciais. “No parto humanizado nenhum procedimento é rotineiro. As intervenções são feitas apenas quando realmente são necessários e decididas com critérios rigorosos. A mulher é incentivada a se informar e a fazer suas próprias escolhas e tem que ser respeitada pela equipe de saúde envolvida no pré-natal e no parto”, destacou Leonardo.

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