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Após constatar erros no edital do PNLD 2020, (Programa Nacional do Livro Didático), o ministro da Educação, Ricardo Vélez, anulou, nesta quarta-feira, o 5º aviso de retificação do documento que retirava de suas exigências trechos como a promoção das culturas

quilombolas e dos povos indígenas e o compromisso da não-violência contra a mulher.

O documento, foi publicado com as mudanças em 2 de janeiro, no Diário Oficial, pelo novo governo de Jair Bolsonaro (PSL), e serve para orientar a produção de livros escolares entregues a crianças do 6º ao 9º ano.Um passo para trás
Em nota, o MEC informou que “reitera o compromisso com a educação de forma igualitária para toda a população brasileira”  e desmentiu “qualquer informação de que o governo Bolsonaro ou o ministro Ricardo Vélez decidiram retirar trechos que tratavam sobre correção de erros nas publicações, violência contra a mulher, publicidade e quilombolas de forma proposital”.
O que dizia
Antes de o governo voltar atrás das alterações já publicadas, a versão do edital suprimia de seus critérios pontos como a promoção positiva da mulher e deixava de exigir ilustrações que retratassem a diversidade étnica do Brasil e seu pluralismo cultural. Além disso, regularizava o uso de páginas publicitárias nas obras.
As mudanças também abriam margem para informações falsas ou conteúdos não fundamentados em dados concretos, uma vez que não havia necessidade de citar fontes ou trazer referências bibliográficas dos textos utilizados .
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