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sesab1A cidade de Santa Maria da Vitória  vai sediar a Policlínica Regional de Saúde que será construída pelo Governo da Bahia para atender moradores dos municípios da Bacia  do Rio Corrente. A escolha foi feita durante reunião do Consórcio Interfederativo de Saúde da Bacia do Rio Corrente (Cisbarc), no auditório da na Unidade Regional  INEMA – Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do município sede.

01-02-CP-TOPO-17-04-2019 (1)“Estamos otimistas com a velocidade em que temos avançado no diálogo entre os integrantes do consórcio e o Governo do Estado no que se refere a policlínica. É o sonho de toda uma região se transformando em realidade”, destacou o presidente do Cisbarc e prefeito de Santana, Marco Aurélio(Marcão).

01-01-CP-TOPO-17-04-2019Além  do prefeito de Santana, a reunião contou também com a presença de um representante do Governo do Estado, Nelson Portela prefeito, dos prefeitos de  Santa Maria da Vitória, Renato Rodrigues (Renatinho); São Félix do Coribe, Chepa Ribeiro;  Coribe, Manoel Rocha; Cocos, Dr. Marcelo de Souza; Serra Dourada, Milton Frota; Canápolis, Myriam Gonçalves; Brejolândia, Gilmar Ribeiro(Mazim); Correntina, Nilson José (Maguila), Serra do Ramalho, Ítalo Rodrigues; e do presidente da União dos Municípios da Bahia(UPB) e prefeito de Bom Jesus da Lapa, Eures Ribeiro.

O prefeito de Jaborandi, Assuero Alves, foi representado pelo Secretário Municipal de Saúde do município. Já os prefeitos de Sítio do Mato e Tabocas do Brejo Velho não compareceram e nem mandaram representantes.

Com a decisão, a população dos municípios da Bacia do Rio Corrente  serão atendidos na Policlínica, que deverá oferece especialidades médicas, exames de ressonância magnética, tomografia computadorizada, ultrassonografia, ecocardiografia, eletroencefalograma, endoscopia, colonoscopia, entre outros.

Assim como as demais unidades construídas em outras regiões da Bahia, a Policlínica de Saúde da Bacia do Rio Corrente deve custar cerca de R$ 25 milhões, entre obras e equipamentos, que são assumidos integralmente pelo Governo do Estado. Já a manutenção mensal da unidade é dividida entre Estado, responsável por 40%, e os municípios consorciados, que rateiam os 60% restantes, proporcionalmente à sua população.

O Governo do Estado também deve entregar um ônibus a cada cidade, a fim de garantir o transporte gratuito dos pacientes agendados à policlínica. Os veículos são equipados com ar-condicionado, televisão, poltronas reclináveis e acessibilidade para deficientes.

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