Família cobra respostas sobre morte de ex-secretária de Educação em Serra do Ramalho

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Reprodução / Redes Sociais

Mais de dois meses após a morte de Maria Aparecida Rosa da Silva, ex-secretária de Educação de Serra do Ramalho, no oeste da Bahia, familiares afirmam que o caso segue sem avanços concretos nas investigações. A vítima foi encontrada morta em novembro de 2025, e até o momento nenhum suspeito foi formalmente responsabilizado.

Maria Aparecida era mestra em educação e cultura e atuava como professora da rede municipal. Segundo familiares, o ex-namorado da vítima é considerado o principal suspeito, mas ainda não foi interrogado. A família relata frustração com a falta de informações por parte da Polícia Civil, especialmente após o início do recesso de fim de ano.

Em entrevista ao portal BNEWS, um parente da vítima, que preferiu não se identificar por medo, afirmou que no início houve sinalização de interesse nas apurações, mas que posteriormente a comunicação com a polícia teria sido interrompida. Segundo o familiar, a família não recebeu sequer o número do inquérito policial.

Ainda de acordo com o relato, a família solicitou medidas como a quebra do sigilo telefônico da vítima, mas afirma que o pedido não foi atendido. O familiar questiona a condução da investigação e cobra providências mais efetivas para esclarecer o crime.

O ex-namorado de Maria Aparecida teria deixado a cidade na madrugada do crime, conforme aponta a família. Segundo os parentes, ele foi a última pessoa a manter contato telefônico com a vítima. Ainda de acordo com o relato, apenas um familiar dele foi ouvido pela polícia. A família também menciona que o homem responde a outro processo judicial, no qual cumpre prestação de serviços comunitários, e que não teria comunicado à Justiça sobre a viagem.

Diante da situação, os familiares afirmam considerar a contratação de assistência jurídica particular para acompanhar o caso. Eles reforçam que buscam apenas esclarecimentos e a responsabilização de quem cometeu o crime.

Procurada, a Polícia Civil da Bahia informou, por meio de nota, que as investigações continuam em andamento e que nenhuma hipótese foi descartada.

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