Mais uma vez, moradores denunciam o abandono das ruas Paulo Rabelo Neris, na entrada do Mozondó, e da via ao lado do cemitério, em São Félix do Coribe, no oeste da Bahia. As duas são os principais acessos ao Colégio Estadual de Tempo Integral Rio Corrente e a diversas comunidades da zona rural. As reclamações ganham ainda mais força com a cobrança de pais e alunos.
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Em períodos de chuva, as vias se transformam em lamaçais, com água invadindo casas e dificultando a passagem de moradores, estudantes e veículos. Já na seca, a poeira intensa compromete a saúde da população. O problema é antigo e já foi alvo de promessas de pavimentação com drenagem, que nunca se concretizaram.
Inaugurado no segundo semestre de 2025, o colégio recebeu investimento de R$ 26,7 milhões do Governo do Estado e representou a esperança de melhoria na infraestrutura do entorno. No entanto, moradores afirmam que a situação piorou após a obra, com o aumento do volume de água acumulada na região devido à falta de drenagem adequada.
Com o início das aulas e diante das chuvas, pais denunciam que alunos estão passando pela lama para chegar à escola. A comunidade cobra providências urgentes da Prefeitura e do Governo do Estado, exigindo pavimentação e drenagem que garantam acesso digno e seguro. Enquanto isso, estudantes seguem enfrentando o descaso diariamente.
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