Reportagem do AgroMais destaca impacto da Indicação Geográfica da banana de Bom Jesus da Lapa

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A banana produzida em Bom Jesus da Lapa, no oeste da Bahia, foi destaque em reportagem do programa AgroMais após conquistar a Indicação Geográfica (IG), na categoria Indicação de Procedência, concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial. O selo reconhece a qualidade diferenciada da fruta e sua forte ligação com o território.

Conhecida como “banana clarinha da Bahia”, a fruta se destaca pela coloração amarelo-ouro, sabor mais doce e baixa acidez — características resultantes das condições do semiárido aliadas ao sistema de irrigação do Perímetro Formoso.

A conquista é resultado de um esforço conjunto que envolveu instituições como Codevasf, Distrito de Irrigação Formoso (DIF),  SEBRAE, ADAB, além da Frutas do Oeste, Sindicato dos Produtores Rurais e produtores. Esse trabalho integrado foi fundamental para a organização da produção e fortalecimento da cadeia produtiva.

Durante a reportagem, o analista da Codevasf, Demétrio Rocha, destacou que o selo representa um reconhecimento direto ao trabalho dos produtores e fortalece a competitividade da banana no mercado nacional.

“O produtor passa a ter um atestado de confiabilidade, de procedência e um diferencial competitivo, ampliando a abertura de mercado e fortalecendo a marca da banana de Bom Jesus da Lapa”, afirmou.

Além de garantir a origem e a qualidade do produto, a Indicação Geográfica agrega valor comercial e amplia oportunidades de mercado, inclusive no cenário internacional.

O Perímetro Formoso, implantado pela Codevasf e administrado pelo DIF, é hoje um dos maiores polos de produção de banana do Brasil, com milhares de toneladas produzidas anualmente e forte impacto na economia regional, geração de empregos e renda.

A reportagem evidencia que a conquista vai além do selo: representa o resultado de uma gestão eficiente, do trabalho coletivo dos produtores e da parceria entre instituições que investem continuamente em inovação e sustentabilidade.

Ao final, o destaque é claro: ganha o produtor, ganha o consumidor e ganha o Brasil — com um produto de qualidade, identidade e cada vez mais valorizado no mercado.

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