
Após o reconhecimento da banana produzida em Bom Jesus da Lapa como Indicação Geográfica (IG), agora é a vez do algodão do Oeste da Bahia avançar no processo para obter a certificação.
O tema foi debatido em reunião que reuniu representantes do setor produtivo e instituições ligadas ao desenvolvimento agrícola. A proposta busca reconhecer oficialmente a qualidade e a identidade do algodão da região, que já se destaca no cenário nacional.
Durante o encontro, o secretário de Agricultura da Bahia, Vivaldo Góis, destacou a importância da articulação entre produtores e o poder público para fortalecer o agro baiano. Segundo ele, a certificação vai além de um selo, representando valorização, competitividade e geração de renda.
A chefe da Unidade Regional do INPI, Viviane Almeida, apresentou as etapas necessárias para a obtenção da IG e ressaltou o potencial da Bahia, que já possui oito produtos reconhecidos. De acordo com ela, o selo garante proteção da origem e amplia o reconhecimento no mercado.
Além de impulsionar a comercialização, a certificação também pode estimular o desenvolvimento regional, com impactos positivos no turismo, na gastronomia e em outras atividades ligadas ao campo.
Participaram da agenda técnicos da Seagri e representantes de entidades como a Abapa, Aiba e o INPI, reforçando a mobilização em torno do reconhecimento do algodão do Oeste baiano.























