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FLIVEC 2026 começa em Bom Jesus da Lapa reunindo literatura, música, arte e cultura do Território Velho Chico

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Bom Jesus da Lapa deu início, na manhã desta quinta-feira (17), à I Feira Internacional e II Feira Territorial do Território de Identidade Velho Chico (FLIVEC). A programação começou às 8h, com a abertura da Praça Literária, reunindo livros, exposições, pesquisas, artesanato e atividades culturais no Espaço Cultural.

Com o tema “Leitura, Músicas e Resistência: Entre o Rio, a Fé e o Sertão”, a FLIVEC segue até sábado (19) e reúne escritores, pesquisadores, artistas, estudantes, educadores e comunidades tradicionais em uma programação voltada à literatura, cultura e memória do Território Velho Chico.

A programação da manhã marcou a abertura da Praça Literária, com estandes, tendas e espaços dedicados à literatura, música e cultura. O público teve acesso à BIBEX – Biblioteca Móvel Pedro Calmon, ao espaço infantil Flichiquinho, além de livrarias, exposições de arte, artesanato, pesquisas e editoras parceiras.

As atividades também incluíram apresentações artísticas de escolas do NTE 02, com paródias, cordéis e poemas, além de roda de conversa com o escritor Lucas Mattos e a mesa literária “Territórios, Muitas Vozes, Muitos Livros”, com participação de autores do território e lançamentos de livros.

A programação segue ao longo do dia com apresentações culturais e, às 17h, a Romaria da FLIVEC, um desfile cultural com participação da Filarmônica Euterpe Lapense, bandas, fanfarra, Marujada, Samba de Roda, Capoeira e manifestações culturais de municípios do Território Velho Chico.

A cerimônia oficial de abertura está prevista para as 18h. Em seguida, o público poderá acompanhar espetáculos, apresentações musicais e outras atividades culturais, encerrando a programação da primeira noite com shows.

Em sua segunda edição e pela primeira vez em caráter internacional, a FLIVEC busca ampliar o acesso à leitura e à produção literária, valorizar a cultura e a memória regional e fortalecer a participação de comunidades quilombolas e ribeirinhas na programação cultural do território.

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