Banner

FLIVEC promove intercâmbio internacional com mesa sobre África, Brasil e cultura quilombola na Lagoa das Piranhas

0
Foto: Uelder Negrão

A manhã desta sexta-feira (18), segundo dia da FLIVEC – I Feira Internacional e II Feira Territorial do Território de Identidade Velho Chico, foi marcada por memória, cultura, literatura e ancestralidade na comunidade quilombola Lagoa das Piranhas, em Bom Jesus da Lapa.

Escola da Lagoa das Pirinhas onde o evento foi realizado/ Foto: Uelder Negrão

Como parte da programação da FLIVEC Itinerante/Quilombola, a comunidade recebeu uma série de atividades que aproximaram o público das histórias, saberes e manifestações culturais do território.

Bernarda Tchoila falando um pouco da cultura africana

Um dos destaques foi a Mesa Intercultural “África-Brasil: Memórias, Saberes e Resistências em Diálogo”, que reuniu Bernarda Tchoila Albano Miguel, de Angola; José Nunes Cherinda Rodrigues, de Moçambique; e Mizael da Conceição Félix, quilombola de Lagoa das Piranhas. O encontro promoveu reflexões sobre ancestralidade, educação, memória, resistência e as relações entre experiências africanas e brasileiras.

Exibição do Documentário: “Em busca do meu eu ancestral”/Foto: Uelder Negrão

A programação também contou com a exibição do documentário “Em busca do meu eu ancestral”, além da apresentação da dança Pérola Negra, levando ao público diferentes formas de expressão da cultura afro-brasileira.

Apresentação literomusical do livro “O Tempero da Vovó”, de João do Couto/Foto: Uelder Negrão

A literatura também esteve presente com a apresentação literomusical do livro “O Tempero da Vovó”, de João do Couto, seguida por apresentações do EuNegro e do Reisado da Comunidade Quilombola Lagoa das Piranhas.

Ciranda na beira da lagoa da Piranhas/Foto: Uelder Negrão

Encerrando a manhã, uma ciranda na beira da lagoa reuniu participantes em um momento de integração e celebração da cultura e da identidade da comunidade.

Reisado da Comunidade Quilombola Lagoa das Piranhas/Foto: Uelder Negrão

A ação reforça a proposta da FLIVEC de levar a literatura, a arte e a cultura para além dos espaços tradicionais da feira, valorizando os territórios, as comunidades quilombolas e os saberes que fazem parte da identidade do Velho Chico.

QUER COMENTAR?

Digite seu comentário!
Digite seu nome aqui